terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mini panetone decorado



Adoro panetone. O cheiro de panetone esparramado pela casa tem a maior cara de natal. Aí eu lembro da Nonna, a mãe da minha mãe (que eu já contei lá atrás que de italiano só tinha o marido - e olhe lá, porque na realidade o Nonno era austríaco!! - que bagunça! só lá em casa!). Desde o primeiro panetone que eu fiz e levei prá ela (só dava para comer quente, depois de frio ficava uma secura total - ruinzinho mesmo) ela ficava esperando a minha ida à sua casa para levar o tal. E ela adorava. Ela, na verdade, adorava o natal. Na casa dela era uma festa enorme, todos os oito filhos, os trinta e lá vai netos, mais todos os parentes ... Tenho muita saudade! Desde a montagem da árvore, que farra! Eu, minhas irmãs, meus primos, e todos aqueles enfeites trazidos de todos os muitos lugares pelos quais ela viajou. Aí a gente xeretava no quarto que tinha ao lado do quarto dela, nos quartos de cima, em todos os lugares para ver se a gente achava os presentes.



"Ai que saudades que eu tenho, da aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais..." - adoro o Casimiro de Abreu!!!

Bem, voltando ao aqui e agora, felizmente aprendi a fazer um panetone bem gostoso, que eu ofereço decorado ... bonitinho, né não?







12 comentários:

  1. Mari do céu!! To aqui babando...Que panetonnes mais fofos amore!
    Quero pra mim...snif, snif!!
    Beijoca!

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  2. já é tempo de panetones ...
    adoro muito... como um inteiro se deixar ...

    beijos

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  3. Marina, maaaravilhosooosss!Que panetonnes mais fofos amore! beijos

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  4. Que lindos, estao muito criativos, adorei !!
    Bjs

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  5. Lindo, como tudo que está nos últimos posts; vc arrasa!!! Panetone na caneca tb fica bonito para vender; nunca fiz, logo não sei se interfere no resultado da massa propriamente dito, mas fica súper bonito. Bjs

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  6. mãe, tudo lindo e o máximo, menos o casimiro de abreu hehe

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. Posso ir de Vicente de Carvalho, então?

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  9. "Deixa-me,deixa-me,fonte!"
    Dizia a flor a chorar:"Eu fui nascida no monte...
    "Não me leves para o mar".

    E a fonte,rápida e fria,
    Com um sussurro zombador,
    Por sobre a areia corria,
    Corria levando a flor..."

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